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11 de julho de 2006

Ananda Nahu

Salvador hoje se encontra entre as cidades mais respeitadas pelos atuais escritores de rua no Brasil e no Mundo. Agraciada pela diversidade e originalidade de estilos, como os traços vandais de Sidoka e da 071 Crew, a busca pela perfeição d´O Clan Crew, a psicodelia ácida da Turbilhão Urbano, a correria da Nova 10 Ordem, entre vários outros que fazem a terra de Bel Borba baixar a cabeça para os verdadeiros artistas das ruas. No meio desta cena, dois artistas vem se destacando por ter adotado o Stencil como base de seus trabalhos, são eles, Izolag e Ananda Nahu.

Numa noite descontraída no apartamento-galeria de Ananda, ao som de Fela Kunti e algumas sessions, começamos a conversar sobre pixação, estilos, história das antigas gangs e outras doideiras. Assim surgiu esta entrevista para que vocês conheçam um pouco do trabalho desta garota.

CLICAI E SE LIGA NA MATÉRIA QUE FIZ COM ELA

Esta é nossa cara...

O originador do estilo foi o jornalista americano Hunter S. Thompson. O termo foi cunhado por Bill Cardoso, repórter do Boston Sunday Globe, para se referir a um artigo de Thompson. Segundo Cardoso, "gonzo" seria uma gíria irlandesa do sul de Boston para designar o último homem de pé após uma maratona de bebedeira.

O mais famoso texto gonzo é "Fear and Loathing in Las Vegas" (literalmente "Medo e Delírio em Las Vegas", lançado no Brasil em 1984 pela editora Anima como "Las Vegas na Cabeça"), originalmente uma matéria sobre uma corrida no deserto, a Mint 400, encomendada pela revista Rolling Stone. Thompson gastou todo o dinheiro com drogas e álcool, fez enormes dívidas no hotel, destruiu quartos e fugiu sem pagar. Não cobriu o acontecimento e, no lugar da matéria que deveria escrever, descreveu o ambiente sob seu ponto de vista entorpecido e virou o precursor de um novo estilo jornalístico.

O jornalismo gonzo é por muitos nem considerado uma forma de jornalismo, devido à total parcialidade, falta de objetividade e pela não seriedade com que a notícia é tratada, fugindo a todas as regras básicas do jornalismo. O estilo vigora até os dias de hoje e ganha maior número de adeptos entre jovens, que se interessam pela narrativa literária de fatos verídicos. Se o jornalismo gonzo é ou não um modelo jornalístico, se é pessoal demais ou se não é digno de crédito, são questões que permeiam o ambiente acadêmico.


Fonte Wikipedia

10 de julho de 2006

"Jurássico e eterno..."

Jurassic 5 - Feedback



Tracklist:

01 - Radio
02 - Brown Girl
03 - Gotta Understand
04 - In The House
05 - Baby Please
06 - Work It Out
07 - Where We At
08 - Get It Together
09 - Future Sound
10 - J.Resume (skit)
11 - Red Hot
12 - Turn It Out
13 - End Up This
14 - Canto de Ossanha (é isso mesmo pode bota fé...)

Então liga o toca-disco e boa viagem: Jurassic 5 - Feedback

Post ao som de: Prof. M. Stereo - Eu Faço Clássicos

O Herdeiro...Real Gangsta Shit















Com a responsabillidade de continuar representando a West Coast como seu pai (Andre Young AKA Dr. Dre), Curtis Young AKA Hood Surgeon chega na cena hip hop com toda uma energia que decende da sua heranca musical. Lanca esse album pela sua propria gravadora So Hood Records e com o apoio de producao do Dr. Dre, que inculive participa de 2 faixas no album.

Particularmente, o Hood esta se saindo bem, mas tambem, com um espelho como o Dre neh...

9 de julho de 2006

Pra quem servir, ABARRÉTA, papo torto ...



Em tempos em que o visual vale mais que qualquer coisa, o Rap hoje parece medir-se pelo tamanho da camisa, o quilate do cordão, o boné-de-aba-reta-ainda-com-adesivinho-dourado, pela pose... Um brinde aos fanfarrões de plantão! Sem vocês, o ABARRÉTA não existiria e a vida não seria tão engraçada... (Lembrando que clicando nas imagens, elas aumentam de tamanho!)

Confere aí: ABARRÉTA, papo torto

Saiu o Single Corpo Fechado

Gutierrez acabou de disponibilizar para audição no MySpace 3 das faixas que compõe uma das mixtapes mais esperadas do ano, a Corpo Fechado.

Na faixa Fogo e Fumaça, o tema não poderia ser outra, fumo, ganja na cara dos caretas, com o refrão bem no estilo do Promo Este é meu reino lançado em 2005, este som deverá ser o hino dos loucos! "ando chapado porque isto cura minha dor, de ter nascido num mundo estranho e destruidor..."

Em Corpo Fechado música que da nome a "mix" a base a exibe explicitamente que a tendencia dos tibres eletro é uma real, curti pra caralho, participação sinistra de Iky e MC Funk. "quando os merdas falam merda, minha merda fica chique"

Toca na Pista como ele mesmo diz, é só putaria... escuta lá e tire suas conclusões, eu tou aqui imaginando a cara de um monte de gente quando ouvir isto.

Mais clicai e escuta as pancadas



8 de julho de 2006

BOOMSHOT ORGULHOSAMENTE APRESENTA ! "VOLUME ÚNICO"



Após uma looooonga e árdua caminhada, Zeca/MCA orgulhosamente representando a rádio BOOMSHOT nos brinda com o lançamento do tão aguardado VOLUME UNICO nos dias 22 e 23 de julho no SESC Ipiranga em São Paulo.
VOLUME UNICO traz até nossos ouvidos rimas e batidas em versões INÉDITAS e EXCLUSIVAS de :
Hurakan, Contra-Fluxo, Munhoz, Elo Da Corrente, Macário (Projeto Manada), Mamelo Sound System, Stereo + Tipo Crew, Parteum, Maskot, SLIMrimografia, Gutierrez, Akin e Instituto.
Além de conferirmos apresentações dessas feras sob o comando do Mestre de Cerimônias SPIÃO (RuaDeBaixo) e Graffiti do NUNCA, de quebra a BOOMSHOT ainda teve a moral de trazer pela primeira vez ao Brasil, Wildchild (Lootpack) e MED aka Medaphor ambos da respeitada gravadora Stones Throw para fechar com chave de ouro esta grande festa de lançamento.

Segue a programação das datas dos shows para você ja agendar no seu calendário:
*click para aumentar


Post ao som de: Mos Def & DJ Honda - Travelin Man

5 de julho de 2006

Busta continua com as Rhymes !



Tracklist:

1. Get You Some (ft Q-Tip)
2. Touch It
3. How We Do It Over Here - (ft Missy Elliott)
4. New York S***
5. Been Through the Storm - (ft Stevie Wonder)
6. In the Ghetto (ft Rick James)
7. Cocaina
8. You Can't Hold the Torch (ft Chauncey Black & Q-Tip)
9. Goldmine (ft Raekwon)
10. I Love Me B**** (ft Will.i.am)
11. Don't Get Carried Away (ft NaS)
12. They're out to Get Me (ft Mister Porter)
13. Get Down
14. I'll Do It All (ft LaToiya Williams)
15. Legend of the Fall Offs

Então ligao o toca-disco e sente o drama: Busta Rhymes - The Big Bang

Post ao som de: MED - Nightlife.... só no aguardo né Z/Mca

Mucho Muchacho - Sera Mejor

Se liga neste Fumassa!!



É tudo nosso, hahahahhahaha!!!

4 de julho de 2006

7 Notas 7 Colores

Formado em 1993 por Mucho Muchacho(MC), Eddy La Sombra (MC) , Dj Neas e o produtor Dive, o grupo 7 Notas 7 Colores é um dos grupos mais conhecidos da Espanha, tento seu fim em 2002 deixou como registros os discos Con esos ojitos/Puercos (1997), Hecho, es simple (1997), La Medicina" (1998), 77 (1999), Gorilas y Bananas (1999), La Mami Internacional (2000), Yo vivo" (2002). Sendo Hecho, es simple (1997) o maior clássico do grupo chegando a vender 35000 cópias de maneira independente.

Mucho Muchacho seguiu carreira solo, depois de sair do 7N7C, enquanto Eddy La Sombra fundou o grupo León Dramaz o qual superou sem problemas as expectativas dos fãs do 7N7C.

O Toca Disco Público descolou pra vocês o albúm La Mami Internacional, com o compromisso de que assim que devolverem o nosso Hecho, es simple disponibiliza-lo também, entre os discos solos destes dois grandes Mc´s espanhois!



Track List

Intro
Nikes nuevas
Traelo aquí
Dime que ves
Ven, dame
Vadim Skit
Mucho eres un cabrón
Bis a bis
Yo vivo
Especial
Dímelo es el verbo
Counting song
Por delante y por detrás
Billetes en la cartera
Bonus track

CLICAI E METE MÃO QUE É TUDO NOSSO!!

3 de julho de 2006

Marechal e Kamau ao vivo em BH!

Ai parceiros, o irmão Noise D acabou de passar dois links muito loko pra quem curte o real som das ruas, ao vivo, Marechal e Kamau na Festa Uai RAP Soul em Belo Horizonte, então mete mão que é tudo nosso!!!

Pra quem não conhece, UAI RAP SOUL é um dos melhores programas de Rap do Brasil, ele é transmitido pela Rádio Favela Fm todo dias as 14hrs, se quizer ouvir pela na net, escolhe qual programa você usa no canto superior do site www.radiofavelafm.com, pra quem é de BH é só sintonizar 106,7 na rádio FM!!

Marechal ao vivo
Kamau ao vivo

Mc Ralph na Manifesto 33

O Mc Ralph que a pouco tempo lançou o vinil e a mixtape "Do Fundo do Baú", gravou o programa #3 da Rádio Manifesto 33. O programa é mixado pelo Dj Tamenpi e como nas edições anteriores esta Classe A, confere lá!

Outras informações sobre o Mc Ralph:

www.giriasnacionais.art.br

Marechal e Gutierrez - Vai Tomar No Cu Cabal (Não Dá Pra Tu) .mp3

Ontem não sei como chegou a mim a música dos parceiros Marechal e Gutierrez, eu ri tanto, me empolguei tanto com a música que representa o desabafo de vários caras que disponibilizei aqui no Blog, fui nun rolé e quando voltei o blog já tinha tido mais de 200 acessos em algumas horas. O Ande tinha comentado comigo que esta versão não tinha sido liberada ainda e resolvemos tirar do ar. Só que hoje pela manhã li a liberação do Gutierrez na comunidade da BP Sigla 2 no Orkut:

"Nem irmão, nem tem caô não!! Tranquilidade deixar o link, já espalhou pra porra isso já, através de várias fontes diferentes. A gente ia lançar esse mês mesmo, só que vazou antes, não sei como, mas nem tem caô, a real é essa ae mermo. Coloca o link de volta ae sangue. Abraço."
Gutierrez

Aproveitando o gancho leiam a entrevista do garoto no site www.hiphopdefato.com muito boa.

BAIXEM O SOM
e boa diversão!

2 de julho de 2006

Não tem solução!!

Entrevista do Marcola
23/05/2006

Você é do PCC?

- Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível... Vocês nunca me olharam durante décadas... E antigamente era mole resolver o problema da miséria... O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias... A solução é que nunca vinha... Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez: alocou uma verba para nós? E nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a "beleza dos morros ao amanhecer", essas coisas... Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo... Nós somos o início tardio de vossa consciência social... Viu? Sou culto... Leio Dante na prisão...

- Mas... A solução seria...

- Solução? Não há mais solução, cara... A própria idéia de "solução" já é um erro. Já olhou o tamanho das 560 favelas do Rio? Já andou de helicóptero por cima da periferia de São Paulo? Solução como? Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento econômico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma "tirania esclarecida", que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice (ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC...) e do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até conference calls entre presídios...). E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psico-social profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível.Não há solução.

- Você não tem medo de morrer?

Vocês é que têm medo de morrer, eu não. Aliás, aqui na cadeia vocês não podem entrar e me matar... Mas eu posso mandar matar vocês lá fora... Nós somos homens-bomba. Na favela tem cem mil homens-bomba... Estamos no centro do Insolúvel, mesmo... Vocês no bem e eu no mal e, no meio, a fronteira da morte, a única fronteira. Já somos uma outra espécie, já somos outros bichos, diferentes de vocês. A morte para vocês é um drama cristão numa cama, no ataque do coração... A morte para nós é o presunto diário, desovado n’uma vala... Vocês, intelectuais, não falavam em luta de classes, em "seja marginal, seja herói"? Pois é: chegamos, somos nós! Ha, ha... Vocês nunca esperavam esses guerreiros do pó, né? Eu sou inteligente. Eu leio, li 3.000 livros e leio Dante... Mas, meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse País. Não há mais proletários ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem. Vocês não ouvem as gravações feitas "com autorização da Justiça"? Pois é. É outra língua. Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas. É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo.

- O que mudou nas periferias?

Grana. A gente hoje tem. Você acha que quem tem US$ 40 milhões, como o Beira-Mar, não manda? Com 40 milhões a prisão é um hotel, um escritório... Qual a polícia que vai queimar essa mina de ouro, tá ligado? Nós somos uma empresa moderna, rica. Se funcionário vacila, é despedido e jogado no "microondas"... ha, ha... Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes. Nós temos métodos ágeis de gestão. Vocês são lentos e burocráticos. Nós lutamos em terreno próprio. Vocês, em terra estranha. Nós não tememos a morte. Vocês morrem de medo. Nós somos bem armados. Vocês vão de três-oitão. Nós estamos no ataque. Vocês, na defesa. Vocês têm mania de humanismo. Nós somos cruéis, sem piedade. Vocês nos transformam em superstars do crime. Nós fazemos vocês de palhaços. Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor. Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos. Nossas armas e produto vêm de fora, somos globais. Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses. Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.

- Mas o que devemos fazer?

Vou dar um toque, mesmo contra mim. Peguem os barões do pó! Tem deputado, senador, tem generais, tem até ex-presidentes do Paraguai nas paradas de cocaína e armas. Mas quem vai fazer isso? O Exército? Com que grana? Não tem dinheiro nem para o rancho dos recrutas... O país está quebrado, sustentando um Estado morto a juros de 20% ao ano, e o Lula ainda aumenta os gastos públicos, empregando 40 mil picaretas. O Exército vai lutar contra o PCC e o CV? Estou lendo o Klausewitz, "Sobre a guerra". Não há perspectiva de êxito... Nós somos formigas devoradoras, escondidas nas brechas... A gente já tem até foguete antitanques... Se bobear, vão rolar uns Stingers aí... P’ra acabar com a gente, só jogando bomba atômica nas favelas... Aliás, a gente acaba arranjando também "umazinha", daquelas bombas sujas mesmo... Já pensou? Ipanema radioativa?

- Mas... não haveria solução?

Vocês só podem chegar a algum sucesso se desistirem de defender a "normalidade". Não há mais normalidade alguma. Vocês precisam fazer uma autocrítica da própria incompetência. Mas vou ser franco... Na boa... Na moral... Estamos todos no centro do insolúvel. Só que nós vivemos dele e vocês... Não tem saída. Só a merda. E nós já trabalhamos dentro dela. Olha aqui, mano, não há solução. Sabe por quê? Porque vocês não entendem nem a extensão do problema. Como escreveu o divino Dante: "Lasciate ogna speranza voi che entrate!" Percam todas as esperanças. Estamos todos no inferno.


fonte: http://www.ternuma.com.br/marcola.htm

1 de julho de 2006

Inumanos - Volume 10



Inumanos - Inteligência Natural União Maior Através de Núcleos Originários do Subterrâneo - traz o underground à tona em Volume Dez. Rio de Janeiro, século XXI. A cidade maravilhosa já não é a mesma dos tempos de Tom Jobim e no lugar dos boêmios de Copacabana, músicos da Lapa apontam outras direções. E dessa vez a direção é o hip-hop.

Juntos, os cariocas MC Aori e DJ Babão assumem a forma de Inumanos, grupo que ficou conhecido na cena local em 2000, quando realizava as primeiras batalhas de freestyle (gênero em que os MCs improvisam rimas com o fim de “derrubar” seu “adversário”) ao lado da Brutal Crew - coletivo de músicos e produtores do qual a dupla faz parte, configurando uma cena que reúne gente como Marechal e os meninos do Quinto Andar. Antes disso, ainda adolescentes, eles já se aventuravam pelo mundo da música em uma banda de rock(!) (que tocava covers de Iron Maiden!!!), o que de certa forma é elucidativo, já que uma das características da dupla é a grande variedade de samples incomuns usados em Volume Dez: de Clementina de Jesus a Black Sabbath, passando por Sérgio Mendes. Aori atua ainda como MC de apoio de Marcelo D2 e Babão já rodou o vinil pro Rappa tocar.

O álbum de estréia, considerado pelo próprio Aori “um resumo de suas vidas”, traz cenas de toda a vivência da dupla traduzidas em rimas improváveis que contracenam com colagens e batidas igualmente inusitadas em 13 faixas. Um disco de rap extremamente original que chega às lojas desprendido de qualquer tendência ou referência óbvia. Além dos próprios Inumanos, contribuíram para essa identidade sonora o beatmaker francês Damien Seth e o músico Pedro Garcia (Planet Hemp), além do coletivo Instituto, que masterizou Volume Dez e reforçou a frente Inumana.



Tracklist

1-Montagem Dos Inumanos-Intro
2-Carta Bomba
3-Brutal Crew
4-Todo Errado
5-Emcontro As Escuras
6-Cena Surreal
7-Polegar Opositor
8-Equipamento Precário
9-Monstros L.A.P.A.
10-De Volta Ao Cais
11-Pra Mim Chega
12-Pro Mundo
13-Seja O Líder

Então liga o toca-disco e boa viagem: Inumanos - Volume X

Post ao som de: Joe Scudda - Suddenly